quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Nova taxa sindical será maior que extinto imposto

A aprovação da reforma trabalhista, na qual está prevista a extinção o imposto sindical, trouxe uma flexibilidade às Centrais Trabalhistas, que pretendem aumentar a porcentagem de cobrança aos trabalhadores para financiar as entidades.

Entenda melhor:

http://www.douradosinforma.com.br/noticias/brasil-mundo/sindicatos-querem-contribuicao-maior-do-que-imposto-cobrado-hoje

terça-feira, 25 de julho de 2017

Greve de professores estaduais do MS

Professores e funcionários da rede estadual de ensino de Mato Grosso do Sul entraram em greve no dia de hoje, 25 de Julho.

fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/professores-da-rede-estadual-de-mato-grosso-do-sul-entram-em-greve.ghtml

Bloqueio na BR-262

Um grupo de manifestantes de movimentos sociais pela reforma agrária bloqueou a rodovia BR 262, próximo à entrada de Dois Irmãos do Buriti. A espera já passa de 3h. A partir das 10:40h a rodovia foi sendo liberada aos poucos.

fonte: https://www.campograndenews.com.br/cidades/interior/espera-em-bloqueio-sem-terra-passa-de-2h-com-congestionamento-de-3-km

https://www.campograndenews.com.br/cidades/interior/aos-poucos-sem-terra-liberam-motoristas-de-bloqueio-na-br-262

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Grupos indígenas entram em conflito em Dourados

Moradores da aldeia Bororó se uniram a proprietários de terras invadidas em Dourados-MS, e entraram em conflito com o grupo indígena invasor.

fonte: https://www.campograndenews.com.br/cidades/interior/indios-defendem-sitiantes-e-enfrentam-invasores-em-area-de-conflito.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Populares recepcionam o Deputado Jair Bolsonaro no aeroporto de Campo Grande


Na noite do dia 12 de julho, aproximadamente 600 pessoas recepcionaram o Deputado Jair Bolsonaro no aeroporto Internacional de Campo Grande/MS.

Empunhando a bandeira do Brasil, os manifestantes gritaram palavras de ordem “queremos Bolsonaro presidente do Brasil” e “Mito”.

Utilizando uma caixa de som com um microfone instalados pelos populares na área externa do saguão do aeroporto, Bolsonaro fez uso da palavra, momento em que agradeceu a presença das pessoas, elogiou o trabalho das forças de segurança do País e parabenizou o Juiz Sérgio Moro pela sentença proferida ao ex presidente Lula.

Em seguida o Deputado seguiu para Nioaque/MS.

Manifestantes comemoram a condenação de Lula


No dia 12 de julho, um grupo de manifestantes favorável à condenação de Luis Inácio Lula da Silva, realizou uma carreata na Avenida Afonso Pena, em comemoração a sentença dada pelo Juiz Sérgio Moro a 9 anos e meio de cadeia ao ex presidente, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Os manifestantes iniciaram o deslocamento as 18:30h, em frente à Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e terminou em frente ao Ministério Público Federal.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

INDÍGENAS OCUPAM CHÁCARA NO BAIRRO JARDIM NOROESTE EM CAMPO GRANDE-MS
Indígenas de diferentes etnias que vivem na cidade de Campo Grande-MS, não suportando as dificuldades para pagar o aluguel, ocuparam no dia 03 de junho de 2017 uma chácara na rua Água Funda, bairro Jardim Noroeste, na região oeste da capital.
Os indígenas estão acampados em barracos de lona e maderite, cozinhando em fogões improvisados e sem nenhuma estrutura sanitária.
São 33 famílias que estão cadastradas e se instalando no local, algumas são de Cuiabá-MT, e os Indígenas não têm a intenção de sair da área, a não ser que o Prefeito Marquinhos Trad disponibilize uma nova área para que eles possam se instalar.





terça-feira, 6 de junho de 2017

 Julgamento da chapa Dilma-Temer
 
    Nesta terça-feira, dia 06 de junho de 2017, ocorre o julgamento que definirá o futuro político do Presidente da República Michel Temer e da ex-presidente Dilma Rousseff. Os sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (STE) decidirão sobre a pauta do processo que teve início com o pedido do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), na acusação de abuso de poder e irregularidade eleitoral como recebimento de recurso de origem de corrupção da Petrobras.
    Os ministros realizarão seus votos e argumentos depois que o relator do processo, ministro Herman Benjamin, apresentar o relatório e os advogados apresentarem seus argumentos.
    As possíveis consequências desta ação no STE são a perda do mandato do atual presidente e a cassação dos direitos políticos por oito anos de Dilma Rousseff.
    Trata-se de um julgamento inédito na história do país e tem previsão de acabar na quinta-feira, dia 08 de junho.
 



segunda-feira, 29 de maio de 2017

Empresários acusam governo de Mato Grosso do Sul de cobrar propina

Donos de um frigorífico e de um curtume disseram ao Fantástico que precisaram pagar propina para que pudessem manter as indústrias em Mato Grosso do Sul. Um dos empresários chegou a gravar a entrega de propina. O esquema, segundo a denúncia, envolve a alta cúpula do governo estadual.
Entre os envolvidos estariam o governador Reinaldo Azambuja, do PSDB, e o ex-secretário de Estado da Casa Civil, Sérgio de Paula, do mesmo partido. Azambuja nega. Sérgio de Paula, que deixou o governo em março após a fusão da Casa Civil com a Secretaria de Estado de Governo, afirmou que nunca autorizou ninguém a usar o nome dele.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Movimentos pró intervenção militar

Diante da crise econômica e política pela qual passa o Brasil, um grupo de manifestantes vem criando volume cada vez maior nos protestos pelas ruas do país: os favoráveis à intervenção militar.
Em Campo Grande é frequente a ocorrência dessas manifestações, costumeiramente em frente ao Quartel General do Exército, na Av Duque de Caxias. Apesar de ainda pequeno em número de manifestantes, o grupo tem se mostrado firme e insistente. Apenas no ultimo mês de abril foram 4 manifestações e já houve outra no último dia 10 (maio).
Não obstante a afirmação do Comando do Exército de que não interferirá no processo político nacional, a justificativa dos manifestantes é de que apenas com o "socorro" das Forças Armadas que o Brasil se reorganizará politicamente.


Imagem: midiamax
Operação Lava Jato
 
   A operação Lava Jato, que investiga um grande esquema bilionário de desvio de dinheiro envolvendo a Petrobras, empreiteiras e políticos, teve passos importantes nos últimos dias. Desde o início das investigações, foram identificadas várias empresas envolvidas. A Petrobras foi uma das primeiras a ser investigada, e tornou-se o alvo principal da Lava Jato. Porém, ainda foi descoberto o envolvimento de outras empresas construtoras, como a Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, UTC, Engevix, Mendes Júnior e Queiroz Galvão.
    Nesta semana, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva foi ouvido pelo Juiz Sérgio Moro por cerca de cinco horas. O processo é relacionado a um apartamento tríplex em Guarujá/SP. Além disso,  Mônica Moura, esposa do ex-marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT) João Santana, afirmou, em delação premiada, ter sido avisada pela ex-presidente Dilma Rousseff sobre a prisão do casal. Também alegou que ela e a ex-presidente criaram uma conta de e-mail secreta para compartilhar pautas sobre o andamento da Lava Jato.
    Outro acontecimento importante foi a decisão do ex-ministro Antônio Palocci, homem forte da economia durante a gestão petista, de negociar acordo de delação premiada. Tal decisão ocorreu depois da divulgação do conteúdo dos depoimentos do casal de marqueteiros que afirmaram que Palocci era o responsável pelo pagamento não declarado de campanhas do PT.
    Em Campo Grande/MS, houve atos em apoio a Operação lava Jato e ao Juiz Sérgio Moro nos dias 9 e 10 de maio. Manifestantes fizeram vigília em frente a Procuradoria do Ministério Público Federal. Entretanto, outro grupo de manifestante deslocaram-se de Campo Grande/MS para Curitiba/PR no dia do depoimento de Lula para apoiar o ex-presidente.
 
 
 
 
 
 
 
 


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Rubens Valente lança livro na UFMS





   Em 23 de abril de 2017, o jornalista da Folha de São Paulo, Rubens Valente, lançou o livro “Os fuzis e as flechas – Histórias de sangue e resistência indígena na ditadura”, no auditório de arquitetura da UFMS, em Campo Grande-MS.
   Segundo o autor: “Os fuzis e as flechas é uma investigação jornalística que descreve centenas de mortes de indígenas durante a ditadura militar do Brasil (1964-85), discutindo suas causas e consequências, valendo-se do amplo acesso aos documentos outrora sigilosos, entrevistas de testemunhas e trabalho de campo”.
   Após a apresentação do autor, houve um rico debate acerca das questões indígenas do estado do Mato Grosso do Sul. O evento foi organizado pela SINDJOR/MS.
    O livro é vendido pelo valor de R$ 69,90.


Imagem: divulgação.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Greve Geral do dia 28 de Abril

Na manhã do dia 28 de abril de 2017, foram realizadas greve geral e manifestação na cidade de Campo Grande/MS contra as reformas trabalhista e previdenciária reivindicadas pelo Governo do presidente Michel Temer.
Às 08h da manhã, houve a concentração dos manifestantes na Praça Ary Coelho com a presença de diversos sindicatos. Depois, partiram em marcha até a Praça do Rádio onde diversas lideranças pautaram suas falas no sentido das prováveis perdas dos direitos conquistados pelos trabalhadores, caso sejam aprovadas as reformas propostas pelo governo. Às 14h foi realizada uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul com palestras propostas pelo Deputado Federal Amarildo Cruz.
As manifestações ocorreram de forma pacífica percorrendo ruas do centro da cidade e contaram com a presença de mais de 12.000 pessoas. Policiais militares e agentes de trânsito acompanharam a marcha dos manifestantes.


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Índios e policiais entram em confronto em frente ao Congresso

No dia 25 de abril de 2017, um grupo de indígenas realizaram uma manifestação em frente ao Congresso Nacional em Brasília/DF. De acordo com os organizadores do evento, cerca de 3.000 índios participaram do manifesto. Os indígenas cobraram a demarcação de Terras indígenas e a saída do ministro da justiça.
Os manifestantes entraram em confronto com a Polícia Legislativa.

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/04/1878437-indios-e-policiais-entram-em-confronto-em-frente-ao-congresso.shtml

Polícia faz megaoperação em busca de armas em fazenda invadida por indígenas

A Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) deflagrou hoje a megaoperação “Caarapó I”, para apreender armamentos e produtos furtados na Fazenda Novilho, invadida por indígenas desde junho do ano passado, na zona rural de Caarapó. Mais de 200 policiais civis e militares participaram dos trabalhos com apoio de helicóptero e auxílio logístico do Exército Brasileiro. O objetivo foi o de impedir que as armas fossem utilizadas em crimes em outras propriedades da região, que compreende a aldeia “Tey I’ Kue”, habitada por pelo menos seis mil pessoas.

Fonte:
http://www.correiodoestado.com.br/cidades/policia-faz-megaoperacao-em-busca-de-armas-em-fazenda-invadida-por/302729/

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Exposição indígena em Campo Grande

Visite a exposição “Noneti – Uma câmera, um índio e 500 anos de opressão” que está ocorrendo no Museu da Imagem e do Som (MIS), até o dia 15 de maio. O museu fica aberto das 07:30hrs às 17:30hrs.

terça-feira, 21 de março de 2017


 
Reforma da Previdência

Desde a última quarta-feira, dia 15 de março, grande número de professores e profissionais da rede pública de ensino entraram em greve em todo o país contra os desmontes dos direitos trabalhistas do presidente Michel Temer. Trata-se de reivindicar a rejeição da PEC 287/2016, referente à reforma previdenciária, e ainda o cumprimento do piso salarial dos professores.

Segundo os manifestantes, tal reforma castiga os trabalhadores e principalmente as classes mais pobres, pois impõe a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria com pelo menos 49 de contribuição para poder recebê-la de maneira integral.

Em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, cerca de cinco mil pessoas reuniram-se, no dia 15 de março, na Avenida Afonso Pena para o protesto. Participaram do evento a Federação dos Trabalhadores em Educação do Estado (FETEMS), o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), entre outros. A manifestação ocorreu de forma pacífica.

 
Manifestação prevista para o dia 26 de março de 2017

 Um protesto está sendo convocado para o dia 26 de março, a ser realizada em todo o país. A manifestação tem pautas como o fim do foro privilegiado, apoio a operação LAVA JATO, prisão do ex-presidente Lula e fim da corrupção.

Em Campo Grande, MS, a manifestação será realizada às 09h, no Obelisco na Av. Afonso Pena. Grupo de manifestantes já se encontram acampados em frente ao Ministério Público Federal na cidade morena para a divulgação do evento.

Apoiam a manifestação grupos como Pátria Livre, Direita MS, #NasRuas e o Instituto Iniciativa.