quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Força do agro e mobilização de rua: Campo Grande recebe a "Grande Mobilização Pró-Brasil 22" no próximo dia 24

 

CAMPO GRANDE (MS) — Com o objetivo de demonstrar a força dos setores produtivos, do agronegócio e das bases voluntárias em Mato Grosso do Sul, apoiadores e lideranças políticas locais convocam a população para a "Grande Mobilização Pró-Brasil 22", marcada para o próximo dia 24 de outubro, a partir das 15h.

A concentração do ato político e popular será realizada nos Altos da Avenida Afonso Pena, em frente ao Bioparque Pantanal (antigo Aquário do Pantanal), um dos principais pontos de encontro de manifestações na capital sul-mato-grossense.

Integração entre campo e cidade na reta final de campanha

O evento propõe uma grande carreata e cavalgada integradas, reunindo diferentes segmentos da sociedade. A organização incentiva a participação do público com bandeiras do Brasil e variados meios de transporte, convidando produtores rurais a comparecerem com cavalos e máquinas agrícolas (tratores e colheitadeiras), além de motoristas, motociclistas e ciclistas.

A iniciativa faz parte do esforço de mobilização promovido pelo comitê QG Voluntários do Flávio Bolsonaro, sediado na Rua Pernambuco, 1829 (esquina com a Rua Paraíba). A articulação conta com o engajamento direto de figuras e ativistas políticos locais, como André Salineiro e Julio Nunes, que utilizam as redes sociais para coordenar a logística e a participação do público no estado.

Entre os principais eixos da mobilização destacam-se:

  • Valorização do Agronegócio: A presença de máquinas agrícolas e comitivas sertanejas busca reforçar o papel estratégico de Mato Grosso do Sul na produção agropecuária nacional e no apoio à plataforma liberal.

  • Engajamento Voluntário e Familiar: O formato do evento foi desenhado para atrair famílias, produtores regionais e grupos de ciclistas e motociclistas em um ato pacífico de apoio à chapa 22 na reta final do pleito.

  • Alinhamento com as pautas conservadoras: Defesa da liberdade econômica, da segurança no campo, do direito à propriedade privada e do fortalecimento das tradições locais.

Serviço

  • Evento: Grande Mobilização Pró-Brasil 22

  • Data e Horário: 24 de outubro, a partir das 15h

  • Ponto de Concentração: Altos da Afonso Pena (Bioparque / Aquário do Pantanal - Campo Grande - MS)

  • Ponto de Apoio / Informações: QG Voluntários do Flávio Bolsonaro (Rua Pernambuco, 1829 - esquina com Rua Paraíba)

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Mobilização e alinhamento: PL reúne prefeitos e lideranças em Campo Grande para fortalecer candidatura no 2º turno

Imagem gerada por IA

CAMPO GRANDE (MS) — O Partido Liberal (PL) promove nesta quarta-feira, dia 14 de outubro, às 18h, um encontro estratégico com prefeitos, prefeitas, vices, vereadores e lideranças políticas locais de Mato Grosso do Sul. A reunião ocorre no tradicional QG Capitão Contar, situado na Avenida Afonso Pena, nº 6670, no bairro Chácara Cachoeira, na capital sul-mato-grossense.

O evento integra a ofensiva partidária para consolidar palanques regionais e traçar diretrizes de atuação no segundo turno das eleições presidenciais. A chapa majoritária nacional é encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), com o deputado federal alagoano Alfredo Gaspar (PL) como candidato a vice-presidente.

Foco na articulação regional e ampliação de bases

Com a aproximação da reta final da campanha, a cúpula liberal busca estreitar o diálogo com gestores municipais e parlamentares regionais para otimizar o trabalho de campo, passeatas e engajamento comunitário.

A escolha de Campo Grande como ponto de convergência reflete o peso estratégico do estado nas projeções do partido. A aliança na região conta com apoio de importantes lideranças políticas locais, incluindo parlamentares e gestores municipais que participam ativamente da coordenação política no estado.

Entre as pautas prioritárias a serem debatidas no encontro estão:

  • Segurança pública e pautas econômicas: Temas centrais da plataforma de campanha que dialogam com as demandas locais do agronegócio e do comércio sul-mato-grossense.

  • Coordenação de campanha de rua: Organização de carreatas, mutirões de adesivação e ações integradas entre vereadores e prefeitos nos municípios do interior.

  • Diálogo com chapas aliadas: Construção de convergências com siglas parceiras no estado para ampliação da margem de votos.

Serviço

  • Evento: Reunião de Prefeitos(as) e Lideranças Políticas do PL

  • Data e Horário: Quarta-feira, 14 de outubro, às 18h

  • Local: QG Capitão Contar (Avenida Afonso Pena, 6670 - Chácara Cachoeira, Campo Grande - MS)

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Mobilização da Classe Trabalhadora em Campo Grande: Movimentos e Lideranças Unem Forças por Direitos e Fim do Feminicídio


A Força da Mobilização Popular nas Ruas de Campo Grande

A capital sul-mato-grossense foi palco de uma expressiva demonstração de unidade e força política com a Mobilização da Classe Trabalhadora. Em uma caminhada que reuniu centrais sindicais, entidades de classe, movimentos sociais e partidos de esquerda, centenas de manifestantes ocuparam o centro de Campo Grande, ligando as demandas históricas do Grito dos Excluídos às lutas diárias por direitos trabalhistas e justiça social.

A concentração teve início na tradicional Praça Ary Coelho e seguiu em passeata pelas avenida 14 de julho até a Esplanada Ferroviária. Durante todo o percurso, faixas, cartazes e gritos de ordem deram o tom da manifestação, que cobrou do poder público respostas concretas para a precarização do trabalho e o avanço da violência de gênero no estado.


Unidade de Esquerda: FETEMS, UP, MPL e Lideranças Políticas

A articulação reuniu o Partido dos Trabalhadores (PT), a Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (FETEMS) e sindicatos de diversas categorias. A diversidade de bandeiras refletiu a urgência de construir uma frente ampla em defesa da classe trabalhadora e das populações mais vulneráveis.

Entre as lideranças presentes no ato, o candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Fábio Trad (PT), acompanhou a marcha ao lado de apoiadores e lideranças comunitárias. Trad conversou com os participantes, defendeu o fortalecimento dos direitos trabalhistas e pautou propostas de impacto direto para o funcionalismo e os aposentados, como a extinção da cobrança de 14% da contribuição previdenciária sobre os inativos no estado.

Combate ao Feminicídio e Proteção Integral à Mulher

Um dos eixos mais contundentes da mobilização permaneceu focado na preservação da vida das mulheres. Frente aos índices preocupantes de violência doméstica e feminicídio registradas no Mato Grosso do Sul, o ato reforçou o lema "Mulheres Vivas e Soberania", exigindo que o combate à misoginia seja tratado como prioridade de segurança e saúde pública.

Os manifestantes reivindicaram a ampliação imediata da rede de atendimento especializado, com a expansão das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) para o interior e o fortalecimento de unidades da Casa da Mulher Brasileira. Além disso, foram defendidas políticas de autonomia financeira, capacitação e moradia digna para mulheres chefes de família, garantindo condições reais para a ruptura de ciclos de violência.


Pautas Trabalhistas, Transporte e Serviços Públicos

Conectando as demandas feministas às reivindicações do campo do trabalho, a marcha pautou o fim da jornada 6x1 e a melhoria das condições salariais de diversas categorias. O Movimento defendeu o direito ao transporte público de qualidade, fundamental para a mobilidade segura das trabalhadoras e da juventude periférica.

O fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), a valorização da educação pública estadual e municipal e o acesso à habitação popular fecharam o conjunto de propostas apresentadas no encerramento do ato, na Esplanada Ferroviária. Para os organizadores, a passeata reafirma que a conquista de direitos e a verdadeira independência do país dependem da organização constante e da presença da população nas ruas.

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Grito dos Excluídos 2026: A Luta pelo Fim da Violência Contra a Mulher

 


O Outro Lado do 7 de Setembro: Manifestação pela Vida e Dignidade

Enquanto as avenidas centrais se preparam para os tradicionais desfiles do Dia da Independência, movimentos sociais, coletivos comunitários e cidadãos organizados voltam a ocupar o espaço público por uma causa urgente. Em 2026, a 32ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas escolheu como eixo principal a defesa da vida das mulheres, colocando a erradicação do feminicídio e da violência doméstica no centro das atenções.

Com o lema "Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!", a mobilização traz para o debate público dados alarmantes sobre os crimes de gênero que afetam milhares de brasileiras todos os dias. O objetivo é transformar a data cívica em um momento de cobrança por políticas públicas efetivas e proteção real.


A Violência Contra a Mulher Como Prioridade Nacional

A decisão de colocar a pauta feminina no topo das reivindicações responde ao aumento expressivo dos índices de agressão e assassinatos de mulheres registrados ao longo do ano. Para os organizadores do manifesto, não é possível falar em independência nacional enquanto milhares de mulheres continuam expostas ao perigo dentro de suas próprias casas e comunidades.

O movimento exige o fortalecimento imediato das redes de atendimento, com a criação de novas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) e a ampliação de unidades da Casa da Mulher Brasileira. Além disso, defende a gratuidade nos processos judiciais para vítimas de agressão e o incentivo a programas governamentais de capacitação, empregabilidade e moradia, garantindo que as mulheres tenham autonomia financeira para romper o ciclo da violência.


Uma Luta Integrada por Direitos Sociais

A defesa das mulheres conecta-se diretamente a outras demandas históricas do movimento popular. O manifesto deste ano também defende o direito à moradia digna, por meio da regularização fundiária e do investimento em habitação para famílias de baixa renda, muitas das quais são chefiadas por mulheres solo.

No campo do trabalho e da economia, os participantes reivindicam o fim da jornada de trabalho 6x1, além de melhores condições salariais e valorização profissional. A pauta inclui ainda o fortalecimento da educação pública, do Sistema Único de Saúde (SUS) e de ações estruturantes de segurança nas periferias, reforçando que a paz social só se constrói com justiça e igualdade de oportunidades.

Por Que o Grito dos Excluídos Continua Atual?

Criado na década de 1990, o Grito dos Excluídos surgiu como uma alternativa crítica aos desfiles oficiais do 7 de Setembro, convidando a população a deixar a posição de espectadora para se tornar protagonista de suas próprias reivindicações.

Ao unir o combate ao machismo estrutural às lutas por terra, teto e trabalho, a manifestação lembra que a soberania de um país depende, antes de tudo, da garantia do direito fundamental à vida e à dignidade para todas as pessoas.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Crise na Saúde Indígena: Lideranças ocupam Dsei em Campo Grande e exigem saída de coordenador



Na manhã desta terça-feira (30), cerca de 100 indígenas ocuparam a sede do Dsei (Distrito Sanitário Especial Indígena) em Campo Grande, impedindo a entrada de funcionários. A situação escalou a ponto de equipes da Polícia Federal irem até o local para tentar mediar o acesso ao prédio.

O movimento, organizado por caciques e lideranças, tem um alvo claro: a exoneração imediata do coordenador do órgão, Lindomar Terena.

O que as comunidades estão denunciando?

Cartazes colados no portão do Dsei dão o tom do protesto: “A base das comunidades pede socorro” e “O descaso com a saúde indígena não pode continuar”.

De acordo com Célio Fialho Terena, coordenador da Comunidade Terena, a insatisfação vem de problemas estruturais graves e recorrentes:

  • Falta do básico: Escassez de remédios, problemas no abastecimento de água e equipes médicas insuficientes nas aldeias.

  • Logística travada: Falta de transporte adequado para atender as comunidades.

  • Sumiço de materiais: As lideranças cobram explicações sobre o desaparecimento de pneus de veículos oficiais e de mais de 100 celulares que deveriam ser entregues a agentes de saúde.

  • Falta de diálogo: Os manifestantes exigem uma gestão que saia do gabinete, visite as bases e ouça as demandas reais do povo. Vale lembrar que, em março deste ano, o grupo já havia ocupado o local por três dias pelo mesmo motivo.

Racha interno e acusações de perseguição

A crise não é apenas externa. O próprio coordenador substituto do Dsei, Genilson Duarte, se posicionou a favor dos manifestantes e expôs um racha administrativo na gestão.

“A gestão tem colocado em indisponibilidade servidores que apoiam a oposição. São pessoas que não têm nada que desabone. Eu me posicionei contra assédios, demissões e perseguições, e ao lado dos trabalhadores. Isso gerou uma crise na gestão e, inclusive, nos colocou em indisponibilidade”, afirmou Genilson.

O outro lado: O que diz o coordenador?

Lindomar Terena, o coordenador contestado, chegou ao prédio por volta das 10h20 e rebateu as acusações ponto a ponto:

  • Sobre as viaturas: Afirmou que a frota nova está no pátio pronta para entrega e que os atrasos se devem à espera por motoristas de polos como Dourados para fazer a retirada.

  • Sobre os celulares: Garantiu que os aparelhos foram distribuídos e que possui documentos assinados que comprovam a entrega em todos os polos-base.

  • Sobre as demissões: Justificou que os servidores de carreira devolvidos ao Ministério da Saúde estavam "sem função" e fazendo pedidos de viagem sem justificativa concreta. Sobre outras demissões de terceirizados ou comissionados, alegou tratar-se de “mudanças técnicas da nova gestão, que não precisam ser justificadas”.

A ocupação continua e as lideranças prometem resistir até que providências sejam tomadas de Brasília.

Como você enxerga a gestão da saúde indígena na sua região? Acha que a pressão das lideranças vai surtir efeito dessa vez? Deixe seu comentário abaixo e participe do debate!

Com foco em infraestrutura e reforma agrária, presidente Lula cumpriu agenda estratégica em Mato Grosso do Sul

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu uma agenda intensa em Mato Grosso do Sul. A visita reforça a relevância do estado para os planos de desenvolvimento do Governo Federal, dividindo-se entre o anúncio de grandes investimentos industriais e ações de forte impacto social e logístico na região de fronteira.

A passagem do chefe do Executivo federal mobilizou lideranças locais, empresários do setor do agronegócio e movimentos sociais, consolidando parcerias estratégicas para o crescimento econômico e a infraestrutura sul-mato-grossense.

Retomada da UFN3 em Três Lagoas

A agenda presidencial começou cedo na região leste do estado. O presidente desembarcou no Aeroporto Municipal Plínio Alarcom, em Três Lagoas, e seguiu diretamente para uma visita técnica às instalações da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN3).

Logo após a vistoria, o presidente participou do anúncio oficial da retomada das obras da fábrica de fertilizantes. O projeto, que estava paralisado, é considerado essencial para reduzir a dependência brasileira da importação de insumos agrícolas e impulsionar a competitividade do agronegócio nacional.

Compromissos em Ponta Porã: Reforma agrária e logística

Na sequência, a comitiva presidencial seguiu para Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai. Na cidade, o foco das ações dividiu-se entre o desenvolvimento rural e a modernização dos modais de transporte regionais.

📌 Destaques das entregas na região de fronteira:

  • Títulos de terra: Entrega de 1.390 títulos de domínio para famílias assentadas de diferentes municípios sul-mato-grossenses.
  • Apoio às famílias: Liberação de recursos para habitação rural, créditos voltados ao Programa Fomento Mulher e aquisição de novas áreas destinadas à reforma agrária.
  • Infraestrutura aérea: Inauguração das obras de melhoria e modernização do Aeroporto Internacional de Ponta Porã, fortalecendo a conectividade e o turismo local.

👁️ O que essa visita representa para o futuro do estado?

A nova passagem de Lula por Mato Grosso do Sul deixa claro que o estado ocupa um papel central em uma estratégia que busca equilibrar duas frentes fundamentais: a industrialização de base tecnológica e o fortalecimento social no campo.

A reativação da UFN3 em Três Lagoas posiciona a região como um polo estratégico para a soberania alimentar e de insumos do país. Ao mesmo tempo, as entregas em Ponta Porã trazem dignidade jurídica e econômica para milhares de famílias assentadas, além de modernizar rotas comerciais fundamentais na fronteira. Para o morador sul-mato-grossense, o sucesso dessas iniciativas promete se traduzir em novos postos de trabalho, atração de investimentos privados e robustecimento da infraestrutura urbana nos próximos anos.



quarta-feira, 17 de junho de 2026

Conflito no Campo: PM Retira Indígenas Após Invasão e Destruição de Fazendas em MS

 


A tensão voltou a escalar no ambiente rural de Mato Grosso do Sul no último domingo. Em uma operação rápida, a Polícia Militar desocupou duas propriedades rurais que haviam sido invadidas por um grupo de indígenas em Sidrolândia.

A ação ocorreu nas fazendas Água Clara e São Sebastião. O cenário encontrado pelas autoridades foi de rastro de destruição, levantando novamente o debate sobre segurança jurídica e conflitos fundiários na região.

O Impacto da Invasão: Fogo, Furtos e Barricadas

De acordo com informações da TV Morena, a invasão não se limitou à ocupação do espaço. Imagens registradas pela corporação revelaram um cenário de forte vandalismo na Fazenda São Sebastião:

  • Casas destruídas: Residências da propriedade foram completamente consumidas pelo fogo.

  • Prejuízo ao maquinário: Equipamentos e máquinas agrícolas foram intencionalmente danificados.

  • Barricadas na pista: Árvores foram derrubadas para bloquear as estradas e atrasar a chegada das viaturas policiais.

  • Furtos na área: Houve registro de roubo de insumos agrícolas, gado e cavalos.

Após o esvaziamento das áreas, equipes da perícia técnica foram acionadas para mensurar o tamanho do prejuízo financeiro. Policiais militares seguem monitorando a região para evitar novas tentativas de ocupação. O caso agora está sob os cuidados da Polícia Civil.

Lideranças Indígenas Negam Envolvimento

Um ponto que chama a atenção na dinâmica do ocorrido é o posicionamento da própria comunidade local. Em nota oficial, lideranças da Terra Indígena Buriti afirmaram categoricamente que nem os integrantes da comunidade, nem os caciques da aldeia tinham conhecimento ou deram aval para a invasão dessas propriedades. Tudo indica que o ato foi conduzido por um grupo isolado.

Famasul Emite Nota de Repúdio

A Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) manifestou-se publicamente com duras críticas ao episódio. A entidade classificou a ação como um ato criminoso e destacou o impacto devastador para o produtor rural.



segunda-feira, 8 de junho de 2026

O impasse: Logística versus Preservação


A mobilização popular acontece em um momento crítico, em meio ao avanço de projetos voltados à expansão portuária na região de Corumbá e às discussões sobre a viabilidade econômica da hidrovia no Rio Paraguai.

O tema divide opiniões e gera intensos debates entre diferentes setores da sociedade:

Defensores do projeto: Apontam o alto potencial logístico da hidrovia para o escoamento de commodities e cargas, barateando o transporte na região.

Críticos e ambientalistas: Alertam para os impactos severos e irreversíveis ao bioma do Pantanal, especialmente a alteração do ciclo das águas e os riscos agravados durante os períodos de estiagem extrema.

Por fim em um cenário de mudanças climáticas severas, onde o Pantanal tem enfrentado secas históricas e incêndios devastadores, a insistência em projetos que alteram a dinâmica natural das águas acende o alerta de cientistas e ambientalistas. Por outro lado, a pressão do setor produtivo por rotas mais baratas testa os limites das políticas de desenvolvimento sustentável do país.

 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

A 15ª edição do Know How Experience, em Campo Grande, contará com a presença do deputado Nikolas Ferreira

 


O cenário de negócios e liderança de Mato Grosso do Sul acaba de ganhar um reforço de peso. O deputado federal Nikolas Ferreira está confirmado como um dos palestrantes principais da 15ª edição da Know How Experience. O evento de grandes proporções acontece nos dias 22 e 23 de maio, no município de Campo Grande (MS). Diferente de suas agendas estritamente políticas, o parlamentar subirá ao palco para compartilhar sua expertise em engajamento digital e mobilização de massas. Com o tema “Comunicação para liderança”, a palestra vai detalhar estratégias práticas para quem deseja:

Fortalecer autoridade no mercado atual.

Engajar equipes de alta performance.

Conectar marcas com múltiplos públicos.

Além de Nikolas Ferreira, a programação traz nomes de peso nacional no empreendedorismo, marketing e vendas, como Pedro Superti, Thiago Reis, Lucas Scudeler, Hulisses Dias e Firmino Cortada

As Grandes Propostas do Evento

A Know How Experience é consagrada como um ecossistema voltado ao desenvolvimento de empresários, executivos e profissionais liberais que buscam qualificação e conexões de alto nível.

  • Gargalo superado: A edição deste ano foca na dor de gestores que enfrentam dificuldades para engajar times no ambiente corporativo contemporâneo.

  • Ambiente propício: Além do ciclo de palestras, a estrutura é desenhada para gerar rodadas de negócios e networking qualificado entre os participantes da região.

  • Ativar Conexões Estratégicas: Reunir empresários, investidores e tomadores de decisão no mesmo ambiente para acelerar o fechamento de parcerias de alto impacto.

  • Construir Autoridade: Ensinar métodos validados para profissionais liberais e executivos se posicionarem como referências em seus nichos de mercado.

  • Dominar Ferramentas de Influência: Capacitar participantes em técnicas modernas de comunicação e processos decisórios corporativos.

  • Fomentar Visão de Longo Prazo: Instruir marcas a desenharem estratégias comerciais que garantam sustentabilidade financeira em cenários competitivos

     Mais do que um evento de capacitação, a Know How Experience é o ambiente exato para você construir a autoridade e as conexões que o seu negócio precisa para o próximo nível

     Mais informações:

    Datas: 22 e 23 de maio 2026
    Local: Palazzo Murano
    Endereço: Avenida Mato Grosso, 4840 Carandá Bosque, Campo Grande MS, 79021-003
    Site: https://www.knowhowexperience.com/
    Telefone comercial: +55 67 9245-0969
    Parcerias com o evento: (21) 97273-9679

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Trabalhadores ocupam as ruas de Campo Grande em Marcha por Direitos e Justiça Social

Mobilização estratégica na véspera do 1º de Maio percorreu a Avenida Afonso Pena e cobrou valorização profissional e reforma agrária em Mato Grosso do Sul.

Na tarde da última quinta-feira (30 de abril), o centro de Campo Grande foi palco de uma das maiores mobilizações sociais do ano no estado: a Marcha da Classe Trabalhadora de MS. Com bandeiras, faixas e palavras de ordem, cerca de 1 mil manifestantes, entre professores, trabalhadores rurais, indígenas e líderes sindicais ocuparam as ruas para reivindicar direitos que vão desde a jornada de trabalho até a reforma agrária.

 O grito pelo fim da escala 6x1

O tema central que dominou os discursos na Praça do Rádio Clube foi a luta pelo fim da escala 6x1. O movimento defende que o modelo atual de seis dias de trabalho para um de folga é exaustivo e prejudica a saúde mental e a convivência familiar dos trabalhadores sul-mato-grossenses.

"A classe trabalhadora precisa de tempo para viver, não apenas para produzir. Essa é uma luta pela dignidade e pela humanização das relações de trabalho", afirmou um dos representantes da CUT-MS durante o trajeto pela Avenida Afonso Pena.

Educação e Valorização em Pauta

A educação pública teve papel de destaque na marcha. Organizada por entidades como a FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de MS), a mobilização cobrou o fim da "criminalização" da categoria e melhores condições salariais. Para os professores presentes, o ato foi um aquecimento necessário para as celebrações do Dia do Trabalhador, reforçando que a categoria segue em estado de alerta.

Reforma Agrária e Direitos Indígenas

Diferente de anos anteriores, a marcha de 2026 trouxe uma forte presença de movimentos sociais do campo. As principais demandas incluíram a aceleração dos processos de reforma agrária no estado e a proteção das terras indígenas, pautas que ganharam força diante dos recentes debates sobre marcos temporais e conflitos agrários na região.

Impacto no Trânsito e Encerramento

A marcha, que começou na Concha Acústica e seguiu em direção ao centro da capital, causou lentidão no trânsito da Afonso Pena no final da tarde, mas ocorreu de forma pacífica e acompanhada pela Polícia Militar e Agetran. O ato foi encerrado com um chamado à união das categorias para os próximos desafios legislativos que tramitam no Congresso Nacional